sábado, 29 de dezembro de 2007

...2007








Um post sobre pessoas... não sobre fatos. Eu sei que falta gente, eu sei que faltam fotos... mas é só um pouco de quem fica de 2007. Ou que já foi... mas de que alguma forma é (era) importante...









Rebellion 2007... foi uma festa forte do que era pra ser um dos melhores verões que já se teve notícia. Morreu na casca.
Já deveria saber disso quando as 9hs horas da manhã eu tava enrolada num edredon, sentada numa cadeira de praia, analisando se eu preferia que aquele que tava boaindo na piscina morresse mesmo...











Dani... Eu agradeço por tudo que aconteceu. Mesmo sabendo que nunca caí tão feio por causa de um namorado (e fiquei esticada no chão por uns bons meses)... Agradeço por saber exatamente o inferno que posso viver.














"The best and the worst thing that has ever happened to me"
Oh well...

- Eu já sei (Garotos da Rua)














As melhores tentativas....







... e todo mundo casa na família....












... uma tarde em que voltamos pra 1994. Em cheiro e som... Talvez a foto do ano.




- (qualquer uma do Pearl Jam... injusto ser qualquer outra banda)









"Pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza... se não é como amar uma mulher só linda... e daí? Uma mulher tem que ter alguma coisa além de beleza, qualquer coisa de triste, qualquer coisa que chora, qualquer coisa que sente saudade..."
(Vinicius)












Juzinha... saudade de ti, loira!
Ninguém me segurou tanto... nem me aguentou chorar tanto, nem passou tantas horas em apoio silencioso a minha causa perdida.
"All romatics meet the same fate some day... cynical and bitter and boring someone in some dark café..."





Lu, o resgate emergencial... a bóia que surgiu do nada quando eu tava me afogando.
Companhia incondicional e problema ceeeerto na noite. Mas ele tava sempre alí...
E podia até deixar sozinho...


... ele me ensinou economia e operações de mercado. Eu ensinei que não dói se entregar e seguir vontades. Era improvável... mas deu certo por alguns meses.
Os opostos perfeitos. O descontrole e o limite. O impaciente e o sereno. O impulsivo e o razoável.
Saudade daqueles olhos azuis :)
O abraço certo e a certeza da companhia tranquila ao meu lado.









. Chega de sair da cidade todo final de semana... aniversário no buteco.



Faz mais de 10 anos que ele me aguenta... não que eu não aguente ele também...
Por mais que a gente brigue quando fica muito tempo perto, por mais que tenha xiliques de ciúmes por me ver com quem não gosta... vai estar sempre alí... Amo :)







Momentos memoráveis no palco do Revival.
(e algumas coisas boas saíram do Domingo de Horror)

- (Jaded, Aerosmith)










Junho...
(e julho, agosto, setembro...)





(Beds are Burning- Midnight Oil)








.. eu só lucro, tenho certeza disso.
Noite que ganhei o Alemão e o Seco... vieram com Junho.

(Crush- Dave Matthews Band)


A Primeira...










Manoela, amiga de vida toda que andava meio ausente... descobriu Caxias e ganhou uma caneca na residência dos Ferreira.











Festa do Ridículo...
Aquece fora de controle aqui em casa.


(Summer Nights- Grease)













Não tem ninguém que não sinta saudade desse inverno na casa do Rafa. Nariz vermelho, finaleiras perfeitas, pastel as 9hs da manhã, sol nascendo...

Ta tudo igual, mas tão diferente...








... um pouco do que importa











Sim, eu prefiro pagar pra ver.. Noite que o Rafa achou que duas mulheres de 1,70 iam rolar brigando no chão do Revival. Ahã...
Olha no que deu :)





(Rock n Roll- Led Zeppelin)








A gente erra a mão as vezes... fala demais, sente mais ainda... mas no fim... she's my little rock n roll ;)
















Argentina, julho 2007




















(lacunas)

(Una Palabra- Carlos Varella)












Alguns fogem pra se perder... outros pra se encontrar














Fools in the rain
Buenos Aires sem falar espanhol









Aniversário de mãe longe de casa....
Noites no albergue













Porto seguro.
Coração do tamanho do mundo.

















Incondicional.













Porque até na Rodoviária as pessoas acabam por ter um peso e criar noites boas demais...












Pequena Gigante.
Eu fico de cara com ela... mas no fim... ah...

















Formando casais...














Formando casais...














Formando casais....


e continuando sozinha
(incompetência brutal ao agir em causa própria)







A Segunda...


(um cd inteiro dos Titãs)












Tesourinho...
Usando a definição do próprio:
Um título para pessoas que valem alguma coisa
















(meu) Dino Baby

Fotos poéticas ao lado de um barril de chopp














Pipe agora tem rodas...
On the road, baby












Eu achei que nunca lucraria tanto com o fim de um namoro... Parceira de crime inquestionável.














A Terceira....


(um show inteiro dos Engenheiros)
















... naquele grupo restrito dos essenciais
Adoro quando ta aqui, falta quando some...

E nós sabemos chorar \o/



(Only wanna be with you- Hootie and the Blowfish)









ah, o Jacu...
é um mala... fala demais... mas quando fala eu escuto pela sinceridade.
Adoro demais.















Tardes de sol e cheiro de grama no parque

















...ela voltou e é companhia certa pras noites e bares

Já o Oliveira é ombro silencioso pra meninas que invadem o Mississippi chorando às 2hs da manhã.






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Suave é viver só

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Se uma coisa foi porque é que não é?

Fazendo combinações de cores com os M&M's (desde criança), fiquei pensando na conversa que tive com a cunhada essa tarde... Fui buscar uma antologia do Fernando Pessoa no quarto do Jon tentando lembrar de um verso específico. Algo que falava sobre pessoas e o que se vê... as pessoas são o que a gente olha e vê... porque na hora que analisamos elas são o que a gente quer que sejam. Algo assim... Não achei... mas lí o livro de novo em 2 horas.
Enfim, obrigada pela conversa... Também é bom saber que tu é tão mole quanto eu ao olhar pras pessoas ;)
Todas as pessoas...

Há doenças piores que as doenças,
Há dores que não doem, nem na alma
Mas que são dolorosas mais que as outras.
Há angústias sonhadas mais reais
Que as que a vida nos traz, há sensações
Sentidas só com imaginá-las
Que são mais nossas do que a própria vida.
Há tanta coisa que, sem existir,
Existe, existe demoradamente,
E demoradamente é nossa e nós...
Por sobre o verde turvo do amplo rio
Os circumflexos brancos das gaivotas...
Por sobre a alma o adejar inútil
Do que não foi, nem pode ser... e é tudo.
Dá-me mais vinho, porque a vida é nada.
(Fernando Pessoa)

Horas e mais horas ouvindo Elis e Aretha Franklin... reclamar do quê?

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Este ócio ta me matando

Sério... hoje até fui passear com a cachorrinha. Uma hora inteira a pobre da Holly ficou a reboque (nem ela ta acostumada com essas coisas).
Acostumada que eu tava em ir pra UCS, voltar e já ir pra escola e ficar lá pra sempre dando aula pra algumas pessoas com a inteligência de uma galinha, passar horas me desdobrando no msn com conversas sem fim e atrasar minha vida inteira, jurar pro meu neurologista que 3 horas de sono ta mais que bom... e ele me mandar DORMIR como solução pros meus problemas...
Daí entro em férias até março... e to aqui. Até levando a Holly pra passear!
Meu quarto que parecia um campo de guerrilha ta estranhamente arrumado... Não, aquela primeira gaveta eu não arrumei ainda. Mas já separei minhas roupas por cores... e arrumei meu banheiro, inclusive organizando os sabonetes e hidratantes por tamanho 0_o
Não entendo mais nenhuma série que ta passando agora... to escrevendo horrores (tudo bem que meu blog é diário mas aqui só escrevo exatamente o que quero que fiquem sabendo), pensando mais ainda, retomei La casa de los espíritus da Isabel Allende que comprei ainda quando fugi pra Argentina no meio do ano... só pra descobrir que eu apanho um pouco pra ler em espanhol (passei anos lendo livros de Direito em espanhol e era tão mais fácil)... Tem uma pilha de livros pra ler alí me olhando e eu queria começar a ler todos agora.
Nota mental: acabar o que começou... tudo que começou e não acabou.

Tudo organizado, esperando uso...
A faxina interna será em breve.. já com data certa. Por hora, fechada pra balanço e com as feridas de sempre.
Ano Novo vai ser bom... ô! e janeiro vai ser lendário...
Como é estranho ter tanto tempo livre...

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

... and so this is Christmas

o que me separa da medíocridade do mundo: Não vale nada (Velhas Virgens)


Já tinha cara de Natal aqui em casa há 3 dias... cortinas lavadas, mãe braba com a falta de tempo, correria da empregada em lavar os azulejos do banheiro (!!!)... mas eu só gostei mesmo quando ví a toalha de mesa vermelha no dia 24.
Eu sinto falta disso o ano inteiro... e da atenção que as pessoas dão umas pras outras com a desculpa do Natal.
Uma ligação de um 'ex-alguma-coisa' no final da tarde... De todas as ironias que a gente coleciona (inclusive encontros na fila do show dos Engenheiros) a mais bizarra é tu achar que eu não sei que tu vai ligar. Claro que vai... e sempre liga. Estranho seria se não ligasse. Saudades... :)

Foi uma ceia tranquila... é interessante ficar vendo a carinha de cada um recebendo os presentes. Essa é a única familia em que ganhar livros não significa 'não sabia o que te dar'... Já tô elaborando técnicas avançadas de furto pros livros que meu pai ganhou já que agora ele vai passar as semanas longe e meio desocupado :(
A cunhada me deu um livro foda foda... sabe que não tem erro me dando biografias relacionadas a música... cartão muito válido!
Meus pais deixaram meu quarto ainda com mais cara de sorvete (a Cíntia certamente teria uma opinião sobre isso)..
Mãezinha meio triste como todo Natal... eu também sinto falta deles...


Fico feliz que a Primeira edição do Natal no Vento foi tranquila e a tal festa épica tenha sido abortada na última hora. Assim, ficamos reduzidos aos 'de sempre'.. e como tava bom. Amo todos e cada um dos que estavam lá.. Entre o Nick jogando video game, o Taloco tocando violão e a Cíntia escrevendo uma coluna de cinema, não sei em qual eu tinha vontade de bater antes. Fui fazer companhia pra ela e estraguei o negócio levando gente comigo \o/.
Caipirinha de laranja é lixo (onde foi parar aquela bacia de morangos?? saco). Não se pára de vestido na frente do ventilador. Clight the pêra me dá arrepios. A gente precisa se olhar por dois segundos quando se encontra na escada pra fazer o que sempre faz... e quase cegar a Cíntia.


Junho, quando tu começou a brincar com a minha curiosidade ainda de tarde eu imaginei qualquer coisa... mas me dar o teu porquinho de pelúcia foi golpe baixo e inesperado sabendo da minha 'coisa' por porcos.. e o significado de uns e outros. Pedir pra eu cuidar bem dele é redundante... Obrigada. E Feliz Natal pra ti também... :)
... and every now and then people ask me why the hell I like him so much... got some time to listen?


Eu disse pro Mosna que ia... só não disse quando.
Ainda desenvolvendo a arte de fechar bares em grande estilo, foi a vez do Vagão (o que eu vou fazer nessa cidade??).. as 5hs ainda tava cheio e deu tempo de dançar dançar dançar (sempre do mesmo jeito, claro), me perder em Enjoy the Silence com a companhia certa de corredor e encerrar os trabalhos durante um acústico improvisado com dia claro, gritando "Não vale nada" a plenos pulmões com uma garrafa de.. água na mão, vagando pelo bar e sorrindo um foda-se.
"Bêbados, roucos e loucos"... vou sentir saudades.


Meu, como alguém pode querer ir pra casa com uma manhã daquelas?? Resolvi que meus pais não precisavam tanto assim do carro pra ir viajar e encarei a finaleira no Pablito com os outros 300 sobreviventes, dançando blues descalça e sozinha no corredor. Com o Led mordendo meus pés, claro.



Ainda deu tempo de uma conversinha de despedida quando cheguei em casa..
e o nome dele é Wilber.
:)

domingo, 23 de dezembro de 2007

"... de repente nunca mais esperaremos: hoje a noite é jovem"

o que me separa da medíocridade do mundo: Eu sei que vou te amar (Vinicius)
Refeita e inteira, sob todos os aspectos.
E encerramos os trabalhos do bar com a última festa do ano. Muita gente, muito calor.
Muito de tudo.

Nem eu acreditava que ia ter resistência pra noite inteira (diz minha mãe que eu nunca tenho fim...), mas certo que a melhor idéia que poderia ter tido foi ter levado as Havainnas na bolsa... Daí entre falarem que eu parecia uma hippie.. ou que eu tava solta com o meu 'cinto largo que atende por saia' e chinelos... eu escolho a última. Meus pés agradecem... e a Marcele ganhou uma cerveja passando meus sapatos pela festa.

As minhas melhores companhias e a certeza que eles fazem (quase) tudo valer a pena.

Uma noite sóbria e vendo tudo bem do jeito que tem que ser... não questionando e não julgando o que ví a noite toda. Estando presente quando necessária, participando quando oportuno... Mantendo distância por respeito ao que eu via nos olhos.

Caminhar a noite toda e olhar pras pessoas o tempo todo. E agora ver elas.
É muito bom ter atenção... mas o tempo todo enche o saco. As vezes o que eu mais queria era que alguém só viesse e salvasse (e olhar e dar risada não conta, bandidiota)... O Bitoca me pergunta porque eu to 'sozinha' com tudo que podia estar fazendo. E desde quando minha vontade deixou de justificar tudo que eu faço?

Mas o peso da noite vem de outras coisas...
Minha menina caindo de manhã... geralmente eu que choro, ver que tu consegue fazer isso também é quase um alívio. Algumas dores são necessárias... mas não te cobra demais e não assume funções que não são só tuas. O resto é do tempo e da paciência.

Ouvir Lady Jane deitada no palco e sorrir o tempo todo por saber que não precisava de mais nada e agradecer por conseguir ver essas coisas tão pequenas.

Entender porque chamam o Nick de pai.

Reclamar de frio e tirarem a camiseta pra eu vestir (sim, tava cheirosa). Te amo, estrupício.

Ver o dia amanhecer lindo lindo na sacada sentindo o cheiro das flores nos cabelos.

Um churrasco emergencial pra quem sobreviveu... e foram poucos.

Não saber se aquele abraço (que conheço tanto) de 10 minutos no sol das 9hs da manhã era ainda por ele... ou se por mim também.




... e voltando a pé pra casa ao meio dia, com os sapatos na mão e o sol no rosto, só confirmei a certeza que tinha já ontem a noite na janela do quarto escutando Vinícius e sentindo o cheiro do parque: a noite era minha.


Por essas, a cortina do quarto continua toda aberta pro meu pedaço de céu e árvores nas noites de verão. Agradeço muito por a janela ser tão grande.. e a vista ainda ser tão azul da cama.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

As janelas da alma

ou: A Cor do Trigo.. ?!
De um bilhete (que não foi nada por acaso) que a Dani largou na minha mão hoje, junto com um abraço e o sorriso mais sincero:
People, even more than things, have to be restored, renewed, revived, reclaimed... redeemed and redeemed..
Never throw anyone away
Exercitando o dom do silêncio... aquele de quem sempre cala quando mais deveria falar. Coisa de quem se conhece muito e de quem sabe que o que sairia (aos gritos, senhor) não teria como voltar atrás. Mares revoltos. (preciso abrir o livro do Gracián...)
Um alento ao saber que o ano ta quase acabando... e que eu vou ter todos os meus meses novos.
Dezembro acabou.
Me falaram que eu to aprendendo a dizer as coisas da maneira que causam maior impacto...
Tem coisas que eu não quero aprender. E eu vou querer esquecer que tenho uma pessoa na minha frente?
(nessas um simples 'tchau' pode ser pior que um tapa na cara)
Eu ainda escolho o olhar (de quem sempre se entrega)... assim como o coração burro, fraco (e sincero)... as frases de impacto eu passo para os de 'coração forte'.
faz tempo que ninguém grita isso nessa turma...

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Por definição: Sou um estilete sem cabo

Não interessa como tu pega... vai dar errado.
Nota (nem tão) mental: Não ir mais a festas com bebida liberada.
Menos ainda se for no meio do mato.
Comportamento kamikaze (bom bom bom), língua solta... só com o único que eu quis.
Idéia estranha colocar a banda tocando num morro. Não deviam me girar nunca... 9 cubas, 2 caipiras. Enjoy the silence duas vezes. Telefone sem sinal (a tua mensagem chegou antes...).
20 metros de altura e a pior idéia do mundo... 'moça, moçaaaaaa!! vc vai morreeeeer!'. O corrimão acaba sempre.
Minha barriga ta sexy... quem viu sabe.
Saldo da noite:
- Mão enfaixada
- Dedo deslocado
- Barriga lamentavelmente lavrada e roxa do peito até a virilha.
- Canela preta
- Tornozelo doendo e eu não faço idéia porquê....
- Um certeza: a Cíntia NÃO serve pra cuidar de mim. Missão abortada.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Um capacete, por favor?

o que me separa da medíocridade do mundo: Only Wanna Be With You (Hootie and the Blowfish)
Comportamento kamikaze que deu certo... o plano certo.. ou a falta de planos. Resgate na saída do trabalho.
Cada vez mais certeza que ou ele me engorda, ou me faz beber ou fazer besteira... não raro as 3 coisas no mesmo dia.
Reparos. Conversas. Algumas necessidades (boas, sempre).
Tá, vamo buscar o Brinde.
Eu não gosto de cerveja, é fato. Entro nos trilhos com o de sempre... Agradeço muito por o Brinde estar lá (adoro tu.... muito). Mas não falemos disso... as gargalhadas são sinceras... a melhor piada. Com mais duas companhias... nosso pequeno amigo de coração gigante e um professor de física meio bossa nova que reconheci de palcos. Noite boooa :)
Lembrei de uma certa noite de Paiol...
um carro roubado... conselhos método-jacu em uma volta na quadra. Eu sempre te escuto... as vezes em silêncio, mas escuto :p Um dia eu respondo a tua pergunta... mas as coisas são bem mais simples do que parecem. Um capacete, por favor?
Na verdade eu achava que tu não ia conseguir dar a volta na quadra...
O guri que parece uma criança (mas com barba sexy por fazer) espera na frente do prédio. Cena que vale a noite.
Não há limites. E os dois me fazem bem. Most of the time... ;)
Falta algo... além do óbvio.
(e hoje é só sexta feira... )

domingo, 9 de dezembro de 2007

Lord, I need to find someone who can heal my mind...

o que me separa da medíocridade do mundo: Tender (Blur)

Contando os dias pras férias... e pra evitar me perder de novo (e ainda) como no ano passado... alguém sabe de um curso de fotografia que rola durante o verão?

Alguém quer fazer dança de salão comigo?
E pensar que eu sabia dançar tango...
Num humor pra fotos conceituais... já que muita coisa anda puramente conceitual ultimamente.

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Descarrilhando na sexta...
Sabendo que na falta da Vio, a Cintia se puxa pra ser meu par de vaso
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ensaio dos meninos ontem a tarde




Tender is my heart... for screwing up my life
(Sim, devendo essa música.. eu sei)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Madrugada e meia

Eu me perco
Tu te perdes
Ele se perde
NÓS nos perdemos...

Total perda de controle. Mas muito apreciada.
Ele tem a lista pronta das frases memoráveis da noite... comentada. O que acontece no México fica no México... é México que chama, baby?
Menina Veneno.. os sorrisos e as trocas de olhares mais que justas durante Madrugada e Meia.
Foi um Dodge morro abaixo. E cheio de gente.

Nisso lembro de uma frase que lí numa camiseta terça de noite no Curinga, quando os trabalhos pra celebração do aniversário do nosso querido Jacu estavam só começando...
"The necessary evils of a memorable night"...
É...

E já devia saber que as coisas mais improváveis iam sair do aniversário do Taloco e da despedida da Vio.
Falando nisso... Jacu, o bilhete rabiscado num guardanapo de bar é muito sincero.
Vio, minha parceira de (todos) os crimes e erros... Não bate a porta e volta logo.

"Ontem você acabou comigo...
Quase não chego vivo em casa..."

Segue o baile.
E um brinde a pluralidade \o/

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

"Nem toda perda tem seu valor"

o que me separa da medíocridade do mundo: All Our Past Times (Eric Clapton)
Iniciando uma segunda-feira às 8hs da madrugada...
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Pipes, ele tem cheiro de churros...
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Começou dezembro
E se novembro foi muito meu, dezembro então nem se fala. Sempre é meu.
Eu passo o ano esperando dezembro chegar... é quando já não to mais aguentando, que quero mais é que tudo acabe da pior ou da melhor maneira... mas acabe. Cansada, contando os dias, computando minutos pras férias. Mês de cor, mais curto, de dever cumprido pro bem ou pra mal.
E daí tem o Natal. Eu tenho a mesma sensação que tinha na infância. Espero, adoro. Espero a primeira tarde (livre) de chuva pra montar a árvore, comendo biscoito recheado. Na caixa de quinquilharias pra pendurar tem coisas de quando eu nasci. Todo ano é igual... não importa de tenho 6 ou 26. A casa tem cheiro desde sempre pro Natal (talvez só perca pro cheiro de mãe na cozinha fazendo brigadeiro pro aniversário). Tem casa cheia, nem que seja com os mesmos de sempre.. mas sempre cheia.
Eu precisei sair de casa pra entender isso. Um Natal gelado em Boston, fazendo mudança no dia 24. Na cidade a 4 dias. Estar no metrô sozinha, vendo todo mundo ir pra algum lugar pra aquela noite, com presentes, banho tomado e barbas feitas. Acho que nunca me senti tão sozinha. Pra quem tem como maior medo a solidão... chorei o tempo todo. Mas de canto... porque não entrego o jogo. O Jon morando em Philly. Falei com a mãe. Ouvi ela chorando também... Tava numa festa cheia de gente e sentindo tudo vazio também (home is where your heart is...). Ela não conseguiu jantar. Meus meninos acabaram chegando em casa e acalmei... ceia no chão da sala, ouvindo Bob Dylan e comendo sanduiches.
O cachorro de pelúcia em cima do meu monitor foi um presente deixado na porta de casa... pra esquentar um Natal sem presentes e sem as minhas pessoas. E ele ainda tem o cheiro que sempre teve, desde aquela noite: Angel (um perfume doce e suave... rosa). Talvez só eu sinta.
Naquela noite nevou.

Então eu espero por dezembro... porque eu sei exatamente com quem vou estar no dia 24 e o que importa. É meu. É meu grito de liberdade e a redenção da minha dependência em quem eu amo mais que tudo no mundo. Eu dependo... e assim que quero que seja porque não tem como ser diferente.


Então começou bem. Um fim de semana 'booooom', como diz a Pequena Gigante. Mais Gigante que nunca, por sinal... Eu agradeço esse teu coração enorme... e tão fraco quanto o meu pra perdoar tudo. No fim a gente lucra sempre. Pelas pessoas. Pelo peso que não se carrega. Por não ficar colecionando mágoas e destilando veneno.

O sábado de Vagão foi de uma grandeza sem tamanho. Uma festa livre. Muito livre. Uma pessoa que tava por alí a tanto tempo... e que ganhou uma chance. Nessas a gente lembra que carinho e atenção a gente não pede. Não espera. Pior, não pode achar normal não ter. Carinho e atenção se ganha... ou não. Só ganhei por baixar a guarda e ver como as coisas são amplas.
Certa tá a (Lei)Laine... eu não to acostumada com isso...
Foi parceria até pra Revival na finaleira com "a rainha da batata-frita de mini-saia". E sem largar da minha mão. ;)


Eu basicamente lamento que o Rock Gol não tenha saído embaixo de chuva final de semana passado. Calor dos infernos. Roupas sumárias. Juntou todo mundo... desculpa da jaguarada pra correr bêbados atrás de uma bola.
Mas muito divertido. Tem de tudo, claro... Uma comédia. O comportamento humano é uma coisa tão interessante de se observar... Eu só ganhei por não perder palavras e ficar lá olhando tudo de boca fechada. Cercada de quem eu gosto e de quem gosta de mim. Risadas impagáveis. Comentários incríveis daqueles ogros "Procurados" sentados logo ao lado... Gente me mimando, massagem nos pés. Mulher perdendo a classe por ciúmes (pfff). Homens perdendo a classe pelas peladas erradas. A atenção das pessoas certas. O desejo de atenção do mundo de várias pessoas. Vários comportamentos lamentáveis que me encheram de vergonha. Um comportamento que me entristece... de alguém que significou tanto e hoje não reconheço.. e que hoje usa o que sabe que mais me atinge como arma preferida. Saudade de quando a gente se respeitava. Mas entristece só um pouquinho... só até eu lembrar de uma frase uma vez sussurrada no ouvido. E daí passa.