sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Estragando a brincadeira dos outros



(de onde saiu "meme"??)
está ai minha wishlist. Sem passar adiante porque eu gosto de brincar diferente de todo mundo... e porque as opções se foram. Mas porque eu gosto da Mel, do Paulo e da Grasi!




** Oito sonhos que tenho que realizar antes do grande encontro com Deus


1. Trabalhar por pura vontade, não por necessidade.
2. Viajar o mundo fotografando pessoas e seus lugares.
3. Ter a tal sorte de um amor tranquilo.
4. Morrer aos 94 anos, em uma cama quentinha e sorrindo. Com uma caixinha de guardar confetes.
5. Aprender a dançar. Sim. Tango!
6. Casar. Numa igreja no meio do nada e parecendo um merengue feliz.
7. Ter filhos. E saber o que fazer com eles.
8. Dar importância só ao que merece importância. Quem não se preocupa com o que não tem importância tem tudo.


terça-feira, 7 de outubro de 2008


"Enquanto a sua alma duvida, preserva a delicadeza também"



... logo eu que achava graça nos horóscopos...



"o processo de transformação é doloroso, não porque seja assim em si mesmo, mas porque sua alma adota a tola atitude de se agarrar do mal conhecido em vez de apostar no bem desconhecido. Assim acontece o sofrimento"
:)

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

muiNtocíntia!


uma pergunta, amor: o quão agradecida vc está? *evil smile*

"purity" um tapa na tua orelha!!!
detalhe pra bravery e discretion não assinaladas....

E bem é fato que eu sou facinha com Chicabon. Nhaa.

Arruma lá ó:

I am
X in your debt

\o/

sábado, 4 de outubro de 2008

alívio
noun masculine alívio [ɐ'livju]
1 diminuição de peso ou carga
Alívio do peso
2 diminuição de sofrimento
As dores passaram. Que alívio!



É o que melhor pode definir o que eu sinto. Na quinta-feira eu realmente achava que podia ter um surto. Quando entrei no ônibus pra ir pra UCS na quinta-feira a noite eu não sentia... não tinha força nem pra isso. Entreguei a Mono pra correções da orientadora... mas só fui me sentir leve ontem pela manhã quando acordei. Tenho uma certa paz até receber corrigida e sujeita a edições.


A sensação é de como se eu não soubesse bem o que fazer. Então me permito deitar na cama e ficar olhando pela janela. Ou passar 3 horas na Feira do Livro com meu parceiro de crime e também verme de livros. É praticamente inaceitável que não tenha lido Cem Anos de Solidão ainda e resolvo preencher essa lacuna. Em español. Ganho dois livros e não entendo o comentário do homem-menino-criança até ler a dedicatória a lápis em As viagens de Gulliver. Obrigada :))
Ir na feira do livro com quem gosta de livros faz toda a diferença.


Então corro corro corro pra acabar de ler El amor en los tiempos del cólera porque tenho uma pilha de livros novinhos me chamando. E preciso estudar pronomes possessivos. E me preocupar com coisas fúteis como a formatação da minha Mono ou a epígrafe perfeita...


A Laine chegou aqui ontem com um saco de balas de goma pela entrega do meu peso resumido em 3 capítulos. Sortidas, pela minha mania de separar as balas vermelhas e deixar por último. Falou de um pacote só de balas vermelhas.... mas não teria a mesma graça.


É beeeeeeeeeem mais gostoso quando a gente deixa o melhor pro final e tem um certo trabalho com isso ;)

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

"Você vai e logo esquece... é moça. A saudade é para os que ficam"

ouvindo: Spit on a stranger (Pavement)


Foi só eu comentar que fazia tempo que não tinha uma noite mágica pra cair uma no meu colo. Da lista das boas surpresas. Dançar até as pernas não aguentarem mais e me render ou até quando senti uma vassoura nos pés... quando já não tinha ninguém além da gente no bar.


My precious está indo embora. Ontem era despedida dela... e mesmo vendo minha menina chorar com aquela dignidade toda pela noite afora, segurei valendo pra fazer as coisas mais fáceis pra ela... mas lembrando que o primeiro choro por conta dessa viagem foi ainda lá em maio, do lado de uma fogueira no Ninho das Águias.

Muito vai me fazer falta... toda aquela aura de alegria, bom humor e otimismo que carrega com ela pra todos os lugares. Não interessa qual foi a patrolada da vida, ela tem sempre um sorriso. Fico feliz por quem vai ter ela por perto agora.


Saudades daquela época maravilhosa que os meninos estavam aqui no Brasil e a gente não parou um minuto por dois meses.

Porque tem noites que até no La Barra eu funciono...


Curinga, Piñas Coladas e La Barra. My girl numa pista vazia (porque o Mono é o que tem de bom e porque eu tenho que assistir Meu primeiro amor de novo ). Sambinha e Stand by me. E a frase que aquele pequeno me diz sempre que eu mereço:
- é tri bom te ver assim...


É como a gente escuta por ai...

As pessoas são, no geral, tão felizes quanto decidem ser :)



sexta-feira, 19 de setembro de 2008

69- Amor e justiça



"Por que se exalta o amor em detrimento da justiça e se diz dele as coisas mais lindas, como se ele fosse de uma essência superior a ela?

Não é evidentemente mais estúpido do que ela? - Certamente, mas é justamente o que o torna bem mais agradável a todos. Ele é estúpido e possui uma rica cornucópia; tira desta os seus presentes para cada um, mesmo que não os mereça, mesmo se não demonstre qualquer gratidão por causa deles. É imparcial como a chuva que, segundo a Bíblia e a experiência, encharca até os ossos não somente o injusto, mas eventualmente também o justo."
Nietzsche
em Humano, demasiado humano.
Sem mais.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008


Ela tem cheiro de Fandangos de presunto e orelhas de veludo


:)
... e espera o ônibus sentada do meu lado

festa estranha com gente esquisita


Caxias é uma coisa muito estranha mesmo. Eu não vou nem comentar o fato das mulheres vestidas pro Oscar. Ou da briga por convites. Ou então as mulheres semi nuas em pleno setembro, numa temperatura de 5°C. Não vou comentar a fila que passava da porta do Mississippi e chegou a fazer a esquina.


Não comento o fato dos meus adoráveis amigos terem ido pra inauguração e não me esperaram como combinado. Ainda sai ganhando. Show bom no Mississippi, pra umas 10 pessoas. Risadas. Lá sim que tava bom. A Jo e o Mosna com aquele humor levinho. A Marcele me fazendo feliz como sempre. Olho pra fila e digo "nem pensar". Umas 10 vezes.


O show acaba. O gás do cotonete atômico acaba. "Nem pensar" ainda pra fila. Vou até o La Barra para o resgate dos meninos Nick e Taloco... meu contato com aquele lugar é de fora: a comunicação eficiente com o Mono ainda nas picapes. Constatação que o caso do meninos estava mesmo perdido.


Entro no Havanna mais de 2hs da manhã, depois de não sobrar uma única pessoa na fila rEdícula... e quando eu já podia arcar com o risco do Nick não ter colocado meu nome na lista. Tinha. Só pra olhar em volta e dizer "MAH, nem pensar!". Tem lugares em que eu nunca vou funcionar. No antigo bar eu já ia de arrasto naquelas finaleiras que não conseguia fugir. Duas vezes. Com traumas.


Aquela gente estranha, aquele cabelo chapado, a cor de tijolo padrão e aquela cara de diva fresca que diz "eu sei que todos me querem". Por favor. E tem dias que eu tô montada num porco mesmo. Durei 5 minutos lá dentro e a Barbie-vai-à-festa ainda me perguntou o que eu tinha feito pro meu cabelo ficar daquele jeito (de sempre). Mais ou menos lavei, secou como quis e eu amarro de qualquer jeito porque me irrita. Fila de quase uma hora pra sair de lá. Uso minha graciosidade e simpatia pra fazer o segurança entrar na fila por mim e carimbar minha comanda já que não consumi um pila nos 5 minutos que fiquei lá (como que querem que eu entre na fila de 1h dos bêbados, Cristo???? Nhaa.). Sai em 8 minutos porque o segurança ficou nervoso. Sem roubar a vez de ninguém. *suspiro*


Mas uma coisa ganha o ponto: eu bem que senti vontade de me balançar naqueles lustres bizarros e lindos. E chutar cabeças loiras. Mas eu tenho idéias estranhas.


Eu sou de buteco, não adianta.

sábado, 13 de setembro de 2008

a diferença é o que temos em comum



Enquanto leio sobre um homem de lata que perdeu o coração por amor, um "bobo" de palha que quer um cérebro, um leão que impressiona mas é o maior covarde já visto e uma menina que só quer voltar pra quem ela ama, fico pensando em como as vezes a gente entende coisa nenhuma na simplicidade.


Eu continuo vendo pessoas que eu gosto demais sofrendo pelos motivos errados. Pelas pessoas erradas. Sem entender coisa nenhuma. Pra mim, olhando de fora, é tudo óbvio demais. Pra quem vive também, mas é como se o todo fosse demais pra ser absorvido.


E então as pessoas amam odiando e odeiam amando. Se não amassem, não odiavam.


E tentam entender comportamentos, como se o reducionismo fosse ajudar. Como se fosse mudar algo.


É mais ou menos como um pintor que pinta um quadro, em que o todo é demais.
O que o olho do pintor absorve já não é a realidade, é o que ele vê. O que é pintado no quadro é ainda menos leal ao que foi verdadeiro, mas ele preenche o que falta com a experiência e no fim pouco capta da verdade.


Enquanto ainda tenta entender, eu me limito a escutar. É como se eu quisesse muito que ela também entendesse o verbo "merecer" e não só conjugasse ele. Mas isso não adianta falar. É como falar "isso é bom". Mas é bom pra quem?


No fim, olhando bem, lembro de um diálogo do filme Closer:


- I'm waiting for you.
- To do what?
- Leave me.


domingo, 7 de setembro de 2008

sobre forças e fraquezas

"... inclusive, eles dois estavam nas duas pontinhas da saudade..."

.Guimarães Rosa.

Não foi fácil.
Quanto tempo é uma noite inteira?