quinta-feira, 23 de outubro de 2008



Não há mulher no mundo, por maior fortaleza que seja, que não se derreta inteira por um homem atencioso.




terça-feira, 21 de outubro de 2008

There's a plan for them to be

Pois então as pessoas começam a casar.
Chá de panela da Rochele no domingo de sol depois de tantos dias cinzas.
Ela vai ser uma noiva roque en rôu linda :)

Eu acabo lembrando que quando tinha lá os meus 13 anos achava que hoje, com 27, já estaria casada, com filhos e morando numa linda casinha com cerca branca, bem sossegada. Continuo com a mesma vontade de correr o mundo que sempre tive e acumulando coisas pra contar pros netos que talvez um dia eu tenha.
Hoje me vejo nos meus alunos, tendo as mesmas idéias que tive... e achando que a vida já acabou faz tempo quando chegamos aos 25 anos :/
Que falta de visão.
Mas o plano do merengue continua, lógico.

A música debatida fervorasamente ontem a noite numa mesa de bar fica aqui como dica (já que ontem não lembrei do nome por nada no mundo): eu falava de Marker In The Sand, que podia entrar no repertório de qualquer das bandas tributos a Pearl Jam, assim como Long Road, que abriu o show de Porto Alegre e me deu aquela sensação de completude que eu poderia ir embora que teria valido a pena.

Deixo de fora os momentos de Yellow Ledbetter finalizando o show com as luzes do estádio acesas... porque naquele momento eu já não pertencia ao meu próprio corpo.




Porque poucas coisas são tão boas quanto matar saudade de quem estava longe

:)

domingo, 19 de outubro de 2008

con un corazón manso

domingo, 12 de outubro de 2008

- Feliz dia da criança, Dessa

Gus, 6 anos de idade :)



Ainda me deu o melhor abraço, como se precisasse. O filhote da Gázi me fez ganhar muito mais do que o dia. Isso deve ser de família mesmo :)

Sin perder la ternura


Entre outras coisas, me pediram pra manter a facilidade que tenho de me encantar com as coisas e pessoas... e que eu continue rolando pelas gramas e rindo solto.



As coisas são mais fáceis quando conseguimos manter a leveza... o segredo é ter coragem de perceber o mínimo, o essencial, pra então ter coragem de lidar com o todo.



Aos 27 anos continuo ganhando presente dos meus pais, com uma dedicatória que me desmontou. (A arte de insultar, do Schopenhauer. Yeeeaaaaah!) Dos adjetivos com a letra da minha mãe, passei tranquilo pelo justa, honesta e adorável... mas ela me quebrou com o resistente.



Amo. Mesmo (e principalmente) porque me chamam de eterna criança deles.



- Paiê, tá quente pra caçar vagalumes no parque??

Há algo de podre no Reino da Dinamarca

barulhinho: who'll stop the rain? (Creedence)

Bar Doce Lar?


Uma vez eu entrava lá e não tinha outro lugar que eu gostaria de estar naquele momento. Hoje não vejo a hora de passar de volta pela porta.
Eu acabo sempre ficando, meio que esperando que alguma coisa, pelamordedeus, vá mudar e se justifique. Ontem não esperei e às 2hs já estava tirando o carro da garagem do Revival.
Já estou é achando que o os últimos meses continuarão se repetindo.


No começo eu achava que o problema era eu (coisa de centro do mundo, sabe?), hoje eu tenho certeza que o problema é meu por continuar tentando. Vejo tudo bem longe do que era e lembro, com aquele murro na cara típico da nostalgia, das noites que a gente não precisava muito mais do que uma banda de amigos no palco e fora dele.


Os amigos continuam lá, mas é como se nada mais ajudasse. Acabo lembrando sempre do meu rampant canadense que dentro daquele mesmo bar há meses atrás já me dizia que eu não pertencia a aquele lugar.


Ainda está todo mundo lá, do mesmo jeito de sempre e tudo diferente. Só não é divertido. E é interessante observar um mini exército de groupies sem esperança dançando em frente ao palco, as mesmas que ficam pro sorteio das 7 horas da manhã pra ver quem "consegue" levar elas pra casa, quando já estou acordando pra trabalhar. Algo me lembra um mercado de carnes. Assim como também é interessante observar a hostilidade e como elas encaram como uma ameaça que na verdade não existe. Nunca existiu. Mas é engraçado analisar lá do balcão e ignorar os comentários maldosos. A anos luz e muito bem.


Na quinta me diverti durante o show e tive uma vaga sensação daqueles tempos tão bons. Mas foi acabar pra eu me jogar porta afora, como se o ar tivesse acabado. Serve um pouco de consolo saber que é só chutar uma garrafa de cerveja que acho outra pessoa se sentindo do mesmo jeito.

Não sei se eu mudei ou se eles mudaram. Mas acho tudo um saco.


Faz tempo que não tenho uma noite mágica naquele lugar... talvez as últimas tenham sido quando o Fher estava aqui. Sangue novo. Gente diferente, com assuntos diferentes. Eram noites que se justificavam.
No show da Sunset eu sai do chão um pouquinho no início de Who'll Stop The Rain, arrepiada e sorrindo. O Taloco me perguntou o que era... e eu só respondi que estava em casa.


Lembro com saudade de algumas noites. Todas no ano passado. A gente era mais leve? A época, com certeza, era.


Lembro das noites de luz laranja, das de Domecq com Coca, das noites de samba rock no Vagão e de bota sem salto. Lembro da gente ficar no bar até 10hs da manhã do domingo, rindo e conversando porque ninguém sentia vontade de ir embora...

Hoje ficam porque não tem mais nada pra fazer, vagando como uns sem-vida mortos de tédio, e dizendo "fiquei no bar até as 5hs da tarde". Ssssssh!


Saudade das noites mágicas. Daquelas. E das nossas também.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Estragando a brincadeira dos outros



(de onde saiu "meme"??)
está ai minha wishlist. Sem passar adiante porque eu gosto de brincar diferente de todo mundo... e porque as opções se foram. Mas porque eu gosto da Mel, do Paulo e da Grasi!




** Oito sonhos que tenho que realizar antes do grande encontro com Deus


1. Trabalhar por pura vontade, não por necessidade.
2. Viajar o mundo fotografando pessoas e seus lugares.
3. Ter a tal sorte de um amor tranquilo.
4. Morrer aos 94 anos, em uma cama quentinha e sorrindo. Com uma caixinha de guardar confetes.
5. Aprender a dançar. Sim. Tango!
6. Casar. Numa igreja no meio do nada e parecendo um merengue feliz.
7. Ter filhos. E saber o que fazer com eles.
8. Dar importância só ao que merece importância. Quem não se preocupa com o que não tem importância tem tudo.


terça-feira, 7 de outubro de 2008


"Enquanto a sua alma duvida, preserva a delicadeza também"



... logo eu que achava graça nos horóscopos...



"o processo de transformação é doloroso, não porque seja assim em si mesmo, mas porque sua alma adota a tola atitude de se agarrar do mal conhecido em vez de apostar no bem desconhecido. Assim acontece o sofrimento"
:)

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

muiNtocíntia!


uma pergunta, amor: o quão agradecida vc está? *evil smile*

"purity" um tapa na tua orelha!!!
detalhe pra bravery e discretion não assinaladas....

E bem é fato que eu sou facinha com Chicabon. Nhaa.

Arruma lá ó:

I am
X in your debt

\o/

sábado, 4 de outubro de 2008

alívio
noun masculine alívio [ɐ'livju]
1 diminuição de peso ou carga
Alívio do peso
2 diminuição de sofrimento
As dores passaram. Que alívio!



É o que melhor pode definir o que eu sinto. Na quinta-feira eu realmente achava que podia ter um surto. Quando entrei no ônibus pra ir pra UCS na quinta-feira a noite eu não sentia... não tinha força nem pra isso. Entreguei a Mono pra correções da orientadora... mas só fui me sentir leve ontem pela manhã quando acordei. Tenho uma certa paz até receber corrigida e sujeita a edições.


A sensação é de como se eu não soubesse bem o que fazer. Então me permito deitar na cama e ficar olhando pela janela. Ou passar 3 horas na Feira do Livro com meu parceiro de crime e também verme de livros. É praticamente inaceitável que não tenha lido Cem Anos de Solidão ainda e resolvo preencher essa lacuna. Em español. Ganho dois livros e não entendo o comentário do homem-menino-criança até ler a dedicatória a lápis em As viagens de Gulliver. Obrigada :))
Ir na feira do livro com quem gosta de livros faz toda a diferença.


Então corro corro corro pra acabar de ler El amor en los tiempos del cólera porque tenho uma pilha de livros novinhos me chamando. E preciso estudar pronomes possessivos. E me preocupar com coisas fúteis como a formatação da minha Mono ou a epígrafe perfeita...


A Laine chegou aqui ontem com um saco de balas de goma pela entrega do meu peso resumido em 3 capítulos. Sortidas, pela minha mania de separar as balas vermelhas e deixar por último. Falou de um pacote só de balas vermelhas.... mas não teria a mesma graça.


É beeeeeeeeeem mais gostoso quando a gente deixa o melhor pro final e tem um certo trabalho com isso ;)